As estradas da região acabam de passar por uma reforma geral, que as deixou com uma bela aparência e ótimas soluções de funcionalidade. Todos os recursos de sinalização vertical e horizontal foram implantados, facilitando o ato de conduzir um veículo durante o dia ou no período noturno. Especialmente em dias chuvosos, quando a água espalhada na pista dificulta a visualização da sinalização horizontal.
José Nario
PROIBIDO JOGAR LIXO – POR JOSÉ NARIO
MONTE BELO: POBRE CIDADE RICA – POR JOSÉ NARIO
As últimas eleições municipais em Monte Belo ofereceram um espetáculo para quem, como eu, as vi de fora. Uma virada sensacional, cuja magnitude, acredito, não era nem sonhada pela oposição. Acreditava-se, sim, numa vitória, mas não tão expressiva. A vitória não foi surpresa, a diferença de votos, sim!
KISSIPINGA E O RONALDO FENÔMENO – POR JOSÉ NARIO
Enquanto conversava e matava a saudade dos queridos Tio Nampa, Tia Maria Augusta e das primas Carolina e Renata (o corintiano Beto não veio), o Lucas assistia à TV no quarto do João. A conversa - sobre nosso passado interiorano, os bons momentos vividos em comum e as deliciosas histórias de assombração que ainda persistem na memória - estava tão boa que ninguém se lembrou da Corrida de São Silvestre, a tradicional prova de rua que encerra o ano esportivo no Brasil.
Aliás, quase ninguém. O Lucas, esquecido pelos adultos, estava atento. Ao final da prova ele, que tem nove anos e muita esperteza, surgiu na sala e anunciou: “O Brasil perdeu a corrida...”. Todos silenciaram, esquecidos da corrida e tentando entender o que significava o pronunciamento dele. Eu atinei primeiro para o fato e perguntei: “E quem ganhou?”. Ele pensou um pouquinho e respondeu: “Foi o Kissipinga”. A princípio, pensei que algum daqueles malucos fantasiados pudesse ter superados todos os atletas de nível mais elevado que participavam da prova.
MEUS AMIGOS JAPONESES – POR JOSÉ NARIO
As comemorações dos cem anos da imigração japonesa e suas riquíssimas contribuições para a nossa cultura foram destaque na mídia ainda recentemente, durante todo o ano de 2008. E isso me despertou algumas reflexões. Nunca tinha parado para pensar nisso. Cresci numa cidade que não tinha famílias japonesas, por isso só na faculdade passei a ter amigos nipônicos. Aqui no sul de minas pouquíssimas cidades têm colônias japonesas representativas. O SUICIDA VASCAINO E OS FÃS DA MADONNA – POR JOSÉ NARIO
A tarde do domingo dia 07 de dezembro de 2008 vai ficar marcada para sempre na mente dos torcedores do Clube Vasco da Gama, um dos mais tradicionais clubes de futebol do Rio de Janeiro e do Brasil. Na última rodada do campeonato, o time foi rebaixado para a segunda divisão do futebol brasileiro, o mesmo destino do Corínthians no ano passado. E este último saiu-se muito bem na segundona, sagrando-se campeão da categoria. E a torcida nunca esteve tão unida.
Algo parecido deve acontecer ao time carioca no ano que vem. Certamente ele será o campeão ou, no mínimo, estará entre os quatro que sobem todos os anos. Isso, apesar de levar a torcida ao desespero, já está se tornando um fato comum no cenário futebolístico brasileiro. Equipes importantes da primeira divisão, antes intocáveis, têm visitado a segundona durante pelo menos um ano. Já estiveram lá: Fluminense, Botafogo, Palmeiras, Atlético Mineiro e Corínthians.




